Móvel de quinta – “Sofá Plissados Plissados”

Essa semana a Ana mostrou várias formas de usar o macramê na decoração, então achei uma boa ideia trazer um móvel com a mesma pegada dos nós. Particularmente tenho um contato direto com essa arte em casa, sei na teoria e já me arrisquei nos nozinhos. Pra quem não sabe o meu marido é artesão e faz macramê há muito tempo, pense num homem cheio de prendices. Além dessa ele é conhecedor de várias outras técnicas artesanais, e em algumas delas tenho que concordar que ele manda muito bem. Como boa exploradora, digo esposa, fiz biquinho e perguntei como dava pra fazer algo inspirado nesse sofá, e claro que ele respondeu prontamente e até me mostrou os paranauês de como fazer o ponto, mas acho meio lasqueira explicar sem mostrar o passo a passo. Então desculpa, Brasil!

Segundo o “Rei do Macramê” (vulgo meu marido), esse móvel é facilmente reproduzido com o ponto de 4 tentos em qualquer armação de ferro ou madeira. O que são 4 tentos não sei, mas pelo que entendi, é basicamente uma trança com 4 cordas, onde você pode usar quatro fios separados, ou ainda, dobrar dois fios e usar as extremidades de cada um como dois fios, resultando em um total de quatro (deu pra entender? Eu falei que é era um cocô de macaco explicar sem foto), desculpa de novo!

Ainda segundo o “Rei Pandinha” ops, quer dizer o  ”Todo Poderoso do Macramê”, pra fazer algum tipo de poltrona ou sofá com a técnica, é indispensável o uso de cordas flexíveis, espessas e resistentes. Pois como você vai trabalhar com muitos fios, você precisará de flexibilidade pra poder tecer com mais facilidade e resistência para garantir a durabilidade do seu móvel. Mas chega de conversa e vamos ao maroto sofázin:

móvel de quinta - sofá de macramê 4

Imagine um sofá super fofinho e confortável…  Imaginou? Agora abra os olhos e o veja materializado na sua frente. haha Este é o sofá  ’Plissado Plissado’ criado pelo Daniel Hedner do Imaginary Office, uma empresa fundada por 3 irmãos em 2008 com a ambição de agir como um playground para novas ideias e explorar de forma mais criativa o design, as formas, a arquitetura e diversos materiais. O intuito é unir design e materiais simples, ousando nas combinações e formas inesperadas para produzir móveis com um identidade única.

móvel de quinta - sofá de macramê 2móvel de quinta- sofá de macramê

Este sofá tem a armação de aço e o assento/encosto trançados com a técnica do macramê.  A estrutura dele foi feito a partir de tubos de aço, construída de modo simples e claro com uma certa dose de romantismo à peça. Não duvido que seja gostoso sentar nessa belezinha.

móvel de quinta - sofá de macramê 3

Com alusão ao tema da Alice no País das Maravilhas, foi feito 19 faixas nó a nó usando espuma de poliuretano revestido com tecido elástico na cor laranja.

móvel de quinta - sofá de macramê 1

Como falei lá no inicio, você pode usar esse tipo de assento em qualquer armação de aço ou madeira, é só ter paciência e se jogar nos nós. Achei incrível o emprego de técnicas antigas em combinação com o novos e moderno, e vocês o que acharam?

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Casa Valtocado / Mathias Klotz + Rafael De Lacour


© Roland Halbe

© Roland Halbe


© Roland Halbe


© Roland Halbe


© Roland Halbe


© Roland Halbe

  • Arquiteto Colaborador: Diego Labbé
  • Cálculo: Karma global invest

© Roland Halbe

© Roland Halbe

Do arquiteto. A Casa Valtocado é a primeira residência que me foi encomendada na Europa. Os clientes, um casal de advogados suíços, tinham há anos um terreno em Valtocado, um bairro residencial vizinho de Mijas na Costa del Sol.

Ruth e Bernard, residentes em Zurique e Mônaco, decidiram procurar um arquiteto para desenvolver esta residência com o objetivo de passar temporadas nela, escapando do frio inverno suíço.


© Roland Halbe

© Roland Halbe

Para isso, foram à biblioteca da cidade separadamente com a tarefa de que cada um trouxesse na volta uma lista de nomes com eventuais candidatos para desenvolver a proposta.


Maquete

Maquete

Para minha sorte, esta semana havia chegado uma publicação da revista japonesa GA Houses, que incluía vários de meus trabalhos e que estava em exibição.

Por conta desta coincidência, o que aconteceu no fim do dia foi que os dois tinham meu nome em suas listas de possíveis arquitetos.

Eles entraram em contato comigo e eu viajei à Espanha para conhecer o casal e o terreno.

A encomenda foi criar algo muito confortável, com apenas dois dormitórios, fácil de limpar e simples em sua manutenção.


Planta

Planta

A casa é muito simples, trata-se de um volume único que olha para a costa africana.


Croqui

Croqui

Uma abertura zenital ergue-se e percorre a fachada posterior, dando intimidade à varanda da cobertura.

Pela frente, uma varanda que incorpora a piscina, serve de mirante ao mar e à paisagem agrícola circundante.

A materialidade é concisa. Busca gerar um espaço tranquilo e limpo ao invés de quente.

Por tratar-se de uma obra na Espanha, solicitei a Javier García Solera que me recomendasse um arquiteto correspondente em Málaga que me desse uma mão para levar a proposta a diante.


Corte

Corte

Corte

Corte

Foi assim que conheci Rafael de Lacour, que me ajudou por anos nesta empresa. (Hoje mesmo, antes de escrever este texto, recebi um email de Rafael com a confirmação de que amanhã Roland Halbe, fotógrafo de todas estas obras, irá tirar as fotos. Comentou ainda que a licença de habitabilidade está pronta para ser emitida à prefeitura).


© Roland Halbe

© Roland Halbe

Isso não é pouco, considerando que o primeiro contato para realizar esta obra foi a nove anos atrás, e desde então me aconteceram muitas coisas, mas, por sorte, Ruth jamais perdeu o interesse e a esperança de que finalmente poderíamos levantar a obra.

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Terceira Bienal de Design de Istambul: "Somos humanos?"


The European Space Agency's vizualisation of space debris orbiting Earth. Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali

The European Space Agency’s vizualisation of space debris orbiting Earth. Image Cortesia de “Are We Human” / 3. Istanbul Tasarim Bienali

terceira Bienal de Design de Istambul, que será oficialmente inaugurada no dia 22 de outubro de 2016 e permanecerá aberta por quatro semanas, lança a questão: “Somos humanos?” Abrangendo uma vasta gama de ideias relacionadas ao Design de espécies, de intervalos de tempo de 2 segundos, 2 dias, 2 anos, 200 anos e 200.000 anos, a mostra internacional irá girar em torno de uma imediata provocação: o design em si precisa ser refeito. Isto será feito através da exploração da íntima relação entre o conceito de “design” e “humanidade”.

Cinco locais principais — a Escola Primária Grega Galata, o Studio-X Istambul e Depo em Karaköy, Alt in Bomonti e os museus arqueológicos de Istambul em Sultanahmet — receberão mais de 70 projetos feitos por designers, arquitetos, historiadores, arqueologistas e cientistas de treze países. Buscando “repensar” o design desde o começo da humanidade, a Bienal será organizada em quatro “nuvens” sobrepostas de projetos: Design do CorpoDesign do Planeta, Design da Vida e Design do Tempo.


Fritz Kahn: Man Machine (Edited, 2009). Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali


Neil Armstrong's first human footprint on the Moon (July 20th, 1969). Image © NASA (Courtesy "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali)


Marshmallow Laser Feast with Analog / Memex. Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali


Chinese public health poster depicting the body as a machine (1930). Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali


Curators: Mark Wigley and Beatriz Colomina. Image © Mahmut Ceylan

Curators: Mark Wigley and Beatriz Colomina. Image © Mahmut Ceylan

De acordo com Deniz Ova, diretora da Bienal de Design de Istambul, a Bienal irá “abraçar a cidade mais do que nunca. O que nos espera neste ano é uma Bienal que irá promover uma discussão mais intensa sobre seu rico conteúdo, voltado para um tema surpreendente”. Ela continua: “Acreditamos profundamente que eventos culturais têm o poder de unificar e curar: razão pela qual trabalhamos nesta Bienal com tanto entusiasmo, junto de nossos participantes e equipe. Com nossas exposições e eventos visamos criar uma espaço para que todos nossos visitantes respirem e pensem”.

Humanos foram sempre radicalmente remodelados pelo design que produzimos e o mundo do design está sempre a expandir. Vivemos numa época em que tudo é projetado, desde nossa aparência individual cuidadosamente produzida e identidades online, até as galáxias vizinhas de dispositivos pessoais, novos materiais, interfaces, redes, sistemas, infraestruturas, informação, química, organismos e códigos genéticos. Um dia comum envolve a experiência de milhares de camadas de design que alcançam o espaço exterior, mas também alcançam o amago de nossos corpos e mentes. 

Design se tornou o mundo e o que faz os humanos. É a base da vida social, desde os primeiros artefatos a expansão exponencial da capacidade humana. Mas design também coordena inequalidades e novas formas de negligência. Mais pessoas do que nunca na história são refugiadas à força pela guerra, ilegalidades, pobreza e mudanças climáticas ao mesmo tempo que o genoma humano e o clima estão sendo ativamente remodelados. Não podemos mais nos garantir com a ideia do “bom design”. O design precisa der refeito.


Marshmallow Laser Feast with Analog / Memex. Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Marshmallow Laser Feast with Analog / Memex. Image Cortesia de “Are We Human” / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Exposições da Terceira Bienal de Design de Istambul

Dos curadores. A variedade de projetos apresentados na seção Design do Corpo da Bienal explora todas as diferentes formas em que o corpo humano em si se faz um artefato que é constantemente reconstruído, de uma forma única a qual nossas mãos trabalham para a última busca na mente. Design do Planeta apresenta uma série de projetos que nos faz repensar no design do humano de vastos territórios e ecologias. Design da Vida procura novas formas de vida mecânica, eletrônica e biológica que são produzidas. Design do Tempo apresenta um novo tipo de arqueologia variando das primórdios do tempo das primeiríssimas ferramentas e ornamentações humanas na medida em que as mídias sociais permitem que os humanos refaçam a si próprios e suas ferramentas em menos de 2 segundos.

O programa acadêmico

A Bienal irá receber muitas exposições e projetos através do Programa Acadêmico, organizado em parceria com universidades da Turquia e do exterior. O Programa Acadêmico incluirá ideias e produtos criados por meio de workshops, concursos e projetos de diversas faculdades e departamentos de universidades e campi.


Physician Thomas Klotzkowski cleans Florian Steiner, a doctor for tropical medicine, in Berlin. Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Physician Thomas Klotzkowski cleans Florian Steiner, a doctor for tropical medicine, in Berlin. Image Cortesia de “Are We Human” / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Abrangendo a cidade com “distritos criativos” 

Os habitantes da cidade encontrarão design não apenas nos locais de eventos e exposições, mas também nos Distritos Criativos na Bienal. O projeto unirá os visitantes com inúmeros profissionais de pequenas fábricas e grandes marcas, estúdios de design e arquitetura em seus próprios ambientes de trabalho.

Distritos Criativos é um projeto em que designers e profissionais da área em Beyoğlu e arredores; os distritos Beşiktaş, Şişli, Eminönü, Kuruçeşme e Sarıyer terão a oportunidade de apresentar suas marcas em seus próprios bairros. Marcas orientadas ao design na cidade tomarão liderança em seus próprios bairros com projetos que serão colocados como parte do dia-a-dia. Por meio de trabalhos que serão apresentados dentro do escopo do projeto, a Bienal irá integrar o papel da cidade e criar um ambiente no qual o fenômeno do design seja visível. Vários eventos acontecerão nos fins de semana durante a Bienal como parte do programa dos Distritos Criativos.


Chinese public health poster depicting the body as a machine (1930). Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Chinese public health poster depicting the body as a machine (1930). Image Cortesia de “Are We Human” / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Rotas de design

Rotas de design incluirão diversos escritórios de design, lojas, ateliers, fábricas e edifícios arquitetônicos em diferentes pontos da cidade, oferecendo uma nova visão de Istambul. As rotas do design —explorando, por exemplo, as áreas de Nişantaşı, Karaköy ou Sultanahmet — darão aos participantes a oportunidade de observar e obter informações sobre várias disciplinas e etapas do design. 

Resultado do concuso público de vídeos

Beatriz Colomina e Mark Wigley convidaram designers industriais e gráficos, arquitetos, artistas, produtores de filme, associações e organizações não-governamentais de todo o mundo para enviarem vídeos de 2 minutos que abordassem o tema Nós somos humanos? proposto pela Bienal. Um júri internacional e interdisciplinar consistindo dos curadores Beatriz Colomina e Mark Wigley, o diretor do Festival de Filmes de Istambul Kerem Ayan, a diretora da vitrine de artes e arquitetura Eva Franch i Gilabert, a artista e produtora de filmes Amie Siegel e o curador Iván López Munuera avaliou mais de 200 vídeos de 68 cidades e 36 países e selecionou cinco vídeos a serem destacados na exposição da Bienal e no catálogo. Os outros 141 vídeos enviados, para cumprir com os requerimentos da concurso, serão apresentados numa sessão dedicada dentro da exposição e estará disponível online no site da Bienal.

Os vídeos selecionados para destaque na Bienal são:

  • Alper Raif İpek (Ankara, Turquia)
  • Dimitris Venizelos (Nova Iorque, EUA)
  • Görkem Özdemir (Istambul, Turquia)
  • Jonathan Hadari, Simona Katsman (Tel Aviv, Israel)
  • Merve Bedir, Alican İnal (Roterdã, Holanda / Istambul, Turquia)

Neil Armstrong's first human footprint on the Moon (July 20th, 1969). Image © NASA (Courtesy "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali)

Neil Armstrong’s first human footprint on the Moon (July 20th, 1969). Image © NASA (Courtesy “Are We Human” / 3. Istanbul Tasarim Bienali)

Bienal de Design de Istambul x e-flux: Superhumanidade

A Bienal irá inaugurar uma parceria especial com e-flux, uma plataforma editorial e arquivo para projetos artísticos e plataformas curatoriais. Superhumanidade é o primeiro projeto da e-flux Architecture, iniciadas por Nikolaus Hirsch e Anton Vidokle (e-flux) em parceria com curadores.

Superhumanidade irá introduzir contribuições de diferentes campos que respondem ao tema da Bienal ao explorar e desafiar a relação entre os conceitos “caráter” e “design”. Visa provar as implicações radicais da ideia de que somos e sempre fomos constantemente remodelados pelos artefatos que moldamos. Estas contribuições irão aparecer inicialmente online como uma série de expedições circuladas pela e-flux bem como uma instalação na exposição da Bienal e, subsequencialmente, como um livro. A lista de autores inclui mais de cinquenta escritores, cientistas, artistas, arquitetos, designers, filósofos, historiadores, arqueologistas e antropologistas. Contribuições serão publicadas dia sim, dia não, iniciando-se no meio de setembro. 

Cronologia do design da Turquia: dois séculos de design na Turquia em foco

Paralelo ao recorte teórica da Terceira Bienal de Design de Istambul, um inventário cronológico principal está sendo montado. É uma tentativa de unir campos como embalagem, design gráfico, comunicação e propaganda, habitação, mobiliário, paisagismo, edifícios industriais, entre outros que ainda não foram abordados sob a perspectiva do design, como iluminação, brinquedos, música, cerâmica, saúde ou organizações não-governamentais, dentro de um recorte iniciado com a reforma da era Ottoman Tanzimat (por volta de 1839) até os dias de hoje.

É um empenho em listar limites, indicar um ponto de partida na nossa história do design, nos sensos históricos, sociais, espaciais e urbanos, para que então uma plataforma possa ser conquistada para criar uma discussão frutífera na escrita sobre a escrita da história. Pautas estão sendo preparadas na coordenação de Pelin Derviş, em parceria de diversas pessoas que são especialistas na área. Dentro deste recorte, outro componente do projeto intitulado Arquivo do Efêmero busca se tornar uma fonte visual em objetos e espaços, por meio de uma coleção de fotos de famílias e fotografias encontradas. Este enorme grupo que se auto-nomeia Assembléia Curiosa procura proliferar o debate e alcançar outros que possivelmente possam fazer parte deste diálogo ao destacar uma seleção interconectada. Neste fim, parte do Studio-X Istambul se tornará um laboratório de pesquisa durante a bienal e tópicos destacados na cronologia será o foco de uma série de eventos e painéis. Os eventos serão organizados em torno de provocativos “departamentos curiosos” (mini exposições) preparadas pela Assembléia Curiosa. Além disso, em paralelo a este projeto, o Studio-X Istambul está estabelecendo uma biblioteca de pesquisa de design na Turquia, que servirá como open source para designers durante e depois da Bienal.


Fritz Kahn: Man Machine (Edited, 2009). Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Fritz Kahn: Man Machine (Edited, 2009). Image Cortesia de “Are We Human” / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Workshop de sustentabilidade no design fashion, com H&M 

Um workshop intitulado Sustentabilidade no design fashion incluído dentro do escopo da Bienal, sob o patrocínio da H&M, em parceria com o Consulado Geral da Suécia e do Instituto Sueco. Vinte jovens designers e estudantes de design têxtil e fashion compareceram ao workshop realizado por Hülya Sevindik Özyiğit, diretora comercial  da equipe de material global da H&M, designer sueca Johanna Törnqwist e Mehtap Elaidi, fashion designer e presidente da Associação de Moda da Turquia. Baseado nas possibilidades da moda ser sustentável e ecológica, o workshop encorajou os participantes a trabalharem apenas com materiais reciclados. Os designs dos participantes serão mostrados numa instalação curada por Demirden Design, No Hotel Adahan de Istambul Hotel de 12 de outubro a 20 de novembro de 2016.

As publicações da Terceira Bienal de Design de Istambul

As publicações da Terceira Bienal de Design de Istambul inclui um livro de reflexões sobre o tema da Bienal, escrito por Beatriz Colomina e Mark Wigley, intitulado Nós Somos Humanos?: Notas sobre a Arqueologia do Design. Também servirá como um guia para os visitantes, incluindo detalhes sobre as exposições e eventos associados e catálogos com textos dos próprios contribuintes de todos os projetos expostos, apresentações do concurso público, os projetos e apresentações das exposições Superhumanidade e Cronologia do Design da Turquia, experimentos gráficos e midiáticos feitos na Bienal.

Beatriz Colomina and Mark Wigley, Curators of the 2016 Istanbul Design Biennial, Discuss “The Design of the Species”

As exposições da Bienal foram projetadas por Andres Jacque e seu escritório de inovação política, sediado em Madrid. O design gráfico foi realizado por Pemra Ataç, Yetkin Başarır, Özge Güven, Okay Karadayılar, e Sarp Sözdinler. Evangelos Kotsioris é o curador assistente do projeto e as medidas de caráter online foram direcionadas por Iván López Munuera.

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Daniels Lane / Blaze Makoid Architecture


© Marc Bryan Brown

© Marc Bryan Brown


© Marc Bryan Brown


© Marc Bryan Brown


© Marc Bryan Brown


© Marc Bryan Brown

  • Engenharia Estrutural E Instalações: Condon Engineering
  • Topografia: Squires, Holden, Weisenbach, & Smith

© Marc Bryan Brown

© Marc Bryan Brown

Do arquiteto. Situado num estreito terreno, frente ao mar, o projeto desta casa foi um dos primeiros projetos no povoado de Sagaponack que deve atentar aos níveis de inundação, o que requer que seja elevado aproximadamente 5 metros acima do nível do mar, com uma margem de altura máxima de 12 metros. As altas velocidades do vento adicionaram desafios estruturais e de planejamento.


© Marc Bryan Brown

© Marc Bryan Brown

A fachada de travertino no acesso de pé-direito duplo é acentuada e seus detalhes parecem flutuar. Um plano “cortado e dobrado” permite uma grande abertura de vidro, do qual nasce o balanço de madeira onde está a escada. Uma camada de espaços de serviços correm paralelos ao plano da parede, aumentando os espaços públicos. Painéis deslizantes de vidro, do chão ao teto, maximizam as vistas ao mar e abrem a casa para o pátio ao lado do mar e da piscina.


© Marc Bryan Brown

© Marc Bryan Brown

Planta Baixa

Planta Baixa

O pavimento superior é imaginado como uma caixa de vidro e travertino. Três dormitórios idênticos para as crianças correm de leste a oeste, estabelecendo o ritmo marcado pela varanda que sobressai o dormitório principal. Os materiais interiores incluem piso de concreto, revestimentos de mármore e madeira através das marcenarias.


© Marc Bryan Brown

© Marc Bryan Brown

Planta Baixa

Planta Baixa

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Plastique Fantastique envolve antiga escultura com pavilhão inflável para o Helsinki Design Week

O coletivo alemão Plastique Fantastique criou a “superKOLMEMEN”, uma estrutua inflável envolvendo uma antiga escultura localizada no centro de Helsinki para o Helsinki Design Week.  Ao longo do evento, a instalação foi usada como um espaço para encontros, leituras, apresentações e oficinas.


Cortesia de Plastique Fantastique


Cortesia de Plastique Fantastique


Cortesia de Plastique Fantastique


Cortesia de Plastique Fantastique




O pavilhão estruturado por ar comprimido envolvia a Three Smiths Statue, uma escultura de Felix Nylund reconhecida como um ícone da cidade desde sua construção em 1932. Assumindo a forma de uma enorme bolha, a intervenção foi projetada para proporcionar abrigo para os visitantes e perturbar a tranquila atmosfera da praça. 


Cortesia de Plastique Fantastique

Cortesia de Plastique Fantastique

Cortesia de Plastique Fantastique

Cortesia de Plastique Fantastique

“superKOLMEMEN é uma intervenção urbana que surge temporariamente para um evento de uma semana no centro de Helsinki e que muda a visão e a percepção do lugar”, comentaram os arquitetos antes do evento. 


Cortesia de Plastique Fantastique

Cortesia de Plastique Fantastique

Cortesia de Plastique Fantastique

Cortesia de Plastique Fantastique

Projeto: Marco Canevacci, Yena Young
Equipe: Mirjam Dorsch, Stephanie Grönnert, Antonia Joseph, Julia Lipinsky, Simone Serlenga, Christoph Tettenborn
Fotos & vídeo: Simone Serlenga
Som: Marco Barotti, Marco Madia
Agradecimentos a: Kari Korkman, Petra Majander, Reetta Turtiainen, Martina Wuoristo-Huhta

Via Plastique FantastiqueHelsinki Design Week.


Cortesia de Plastique Fantastique

Cortesia de Plastique Fantastique

Cortesia de Plastique Fantastique

Cortesia de Plastique Fantastique

Cortesia de Plastique Fantastique

Cortesia de Plastique Fantastique

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Legado de Zaha Hadid: os escritórios do Porto de Antuérpia, fotografados por Laurian Ghinitoiu


© Laurian Ghinitoiu

© Laurian Ghinitoiu

Projetado pro Zaha Hadid Architects, e após uma década entre desenho e construção, os novos escritórios do porto de Antuérpia (Bélgica) abriram suas portas. Uma nova e monumental estrutura é colocada sobre uma estação de bombeiros remodelada, para se converter no escritório central do segundo maior porto da Europa, com capacidade para 500 funcionários.

O fotógrafo Laurian Ghinitoiu visitou o projeto para capturar a forma única do mais recente projeto completado pelo escritório de Zaha Hadid.

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© Laurian Ghinitoiu

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Escolas, precisamos falar sobre os pais.

escola bilhete
Oi Carla,
Tudo bem?
Bem, vamos direto ao assunto, rs.
Recebi o aviso da comemoração da festa do dia das crianças e achei o passeio fantástico, tudo que Bê gosta e muito mais, até a danada da Peppa estará por lá (Geralmente acordo com a família Pig às 6 da manhã, sabecumé né?), já prevejo uma carinha gordinha sorridente. Depois da festa maravilhosa de São João, tenho certeza que a festa das crianças será tão boa quanto ou até melhor. Estou muito animada.
Mas Carla, permita-me fazer uma observação no aviso que foi encaminhado as mães: Por que o passaporte para um dia tão fantástico foi encaminhado somente a nós, mulheres?
Então, deixa eu explicar melhor…
Crio meus filhos praticamente sozinha, o pai está em Caruaru e pega-os nos fins de semana, e você tem razão, certamente ele não estará presente na quinta-feira. Mas sinto, através do seu comunicado que veio hoje na agenda do meu pequeno, que de qualquer maneira quem tem a obrigação de estar no evento seja somente eu, ainda que eu também trabalhe diariamente, tenha prazos, clientes e outras demandas com as crianças e com a nossa casa.
Entendo também que muitas mães aqui na nossa cidade dedicam-se somente aos filhos e a casa, observo isso sempre que consigo chegar mais cedo, elas sempre são maioria, mas não são totalidade, nem deveriam ser.
No meu caso, e creio que no de outras mães em muitos cantos do mundo, trabalho e preciso de uma renda pra manter as minhas criaturinhas. Assim como o pai de Bernardo, na teoria não tenho toda essa disponibilidade no horário da festa, mas na prática darei um jeito de levá-lo, ainda que tenha que passar a madrugada na labuta. Mais uma.
Sinto-me um pouco sobrecarregada, sabe Carla? É mesmo um desabafo com uma certa revolta, espero que me entenda. Seu convite fez-me sentir ainda pior. Nós já carregamos um peso muito grande vivendo numa sociedade patriarcal, machista, são muitas mulheres que assumem responsabilidades de dois, de uma maneira bem desigual, e eu luto diariamente por mim e por elas, ainda que faça bem pouco efetivamente.
Confesso Carla, ando oprimida e achando que não dou conta, você observa isso no dia a dia que eu sei. Todas as vezes que chego com o meu filho e todas as minhas pendências na calçada da sua escola, estou vivendo essa maternidade solitária, e isso me fez refletir, terminando o dia ainda mais convencida que o seu convite não deveria somente ser direcionado as mães.
É preciso ficarmos atentas a esses pequenos grandes detalhes, desculpe-me se estou sendo repetitiva.
Não seria o momento da escola também reforçar a importância da vivência da paternidade em toda a sua dimensão? Vamos fazer um convite aos pais, aos responsáveis? E sem contar que ainda temos a possibilidade de uma criança ser criada por dois pais, já pensou?
Deveríamos ensinar aos nossos meninos, através de exemplos do dia a dia, na nossa família e nos espaços de convívio diário, como a sua escola, que quando resolverem ter filhos, eles terão que também fazer parte da vida escolar das crianças. Você não acha?
Deixo então meu pedido encarecido de que a escola reflita sobre bilhetes direcionados somente a nós, vamos parar de reforçar esse discurso de que mulheres e somente mulheres estão disponíveis e são responsáveis pelas crias.
Talvez eu seja a mãe mais esquisita da escola e você deve estranhar esse ~textão~. Sou a mãe que geralmente chega atrasada pra buscá-lo, a mãe toda tatuada, de chinelo e cabelo nas alturas, a mãe que muitas vezes vem se justificando por achar que poderia ter dado conta de tudo, mas que vez ou outra pede pra que você o alimente com o lanchinho da cantina, quando não tenho tempo de fazer uma sanduíche integral em casa ou mesmo comprar um biscoito (Já estou sabendo que ele ama a salada de frutas). Sou a mãe que ainda não levou os documentos completos pra escola, e estamos em Setembro. A mãe que paga a mensalidade todo dia 15 ao invés do dia 5. Sou a mãe que resolveu escrever pra você com o coração aberto, e espero que me compreendas também de coração aberto. Aproveitando, gostaria de te agradecer imensamente por cuidar de forma tão carinhosa do meu Bê.
Que o passaporte possa ser para todos, alias, ele tem que ser para todos.
Com carinho,
Ana
Ps: Faremos uma grande festa no dia 13, conte com a nossa presença.

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Casa DV / Colle-Croce


© Javier Agustín Rojas

© Javier Agustín Rojas


© Javier Agustín Rojas


© Javier Agustín Rojas


© Javier Agustín Rojas


© Javier Agustín Rojas

  • Arquitetos: Colle-Croce
  • Localização: Pilar, Buenos Aires, Argentina
  • Autores: Sebastián Colle, Rodolfo Croce
  • Colaborador: Lucas Bruno
  • Ano Do Projeto: 2015
  • Fotografias: Javier Agustín Rojas

© Javier Agustín Rojas

© Javier Agustín Rojas

Do arquiteto. A casa está localizada numa urbanização em Pilar. O entorno é caracterizado por uma vegetação abundante.


Diagrama

Diagrama

Sobre um terreno de 20 x 40 m, a implantação é reduzida ao máximo para ter uma maior superfície de solo absorvente e a iluminação natural direta em todos os ambientes orientados ao norte.


© Javier Agustín Rojas

© Javier Agustín Rojas

A resolução do corte transversal permite incorporar a varanda dentro do volume construído e qualificar a área pública com uma altura maior.


© Javier Agustín Rojas

© Javier Agustín Rojas

No térreo, o vidro propícia a expansão do living, copa e cozinha para a varanda. Acesso, toilette, sauna e ambientes de serviço resguardam este grande térreo da rua.


Detalhes

Detalhes

A base “esterotômica” de concreto armado aparente confere solidez, o remate “tectônico” resolvido em steel-frame e cobertura metálica completa o sistema expressivo-construtivo.


© Javier Agustín Rojas

© Javier Agustín Rojas

Entendemos por arquitetura tectônica aquela na qual a gravidade é transmitida de maneira descontínua, num sistema estrutural com nós onde a construção é sincopada. É a arquitetura óssea, leve, que se define através da luz.


© Javier Agustín Rojas

© Javier Agustín Rojas

“Nós definimos a arquitetura tectônica como aquela em que a gravidade é transmitida de maneira contínua, de um sistema estrutural contínuo, onde a continuidade construtiva é completa. É a arquitetura que busca a luz, que perfura suas paredes para que a luz entre nela. É a arquitetura do pódium, do porão. A do estilóbato. É, em resumo, a arquitetura da caverna”, Campo Baeza.


© Javier Agustín Rojas

© Javier Agustín Rojas

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Architensions entre os finalistas para projetar novo centro cívico em Sydney


Cortesia de Architensions

Cortesia de Architensions

O estúdio novaiorquino Architensions divulgou sua proposta Rising Ryde para um centro cívico em Sydney, Austrália. Com o intuito de envolver as comunidades e contextos locais, o projeto foi concebido como um edifício montanhoso e recoberto de vegetação local, e seu objetivo é dar prioridade às pessoas através de seu complexo sistema de relações sociais e interações com a natureza.

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Como um sistema espacial aberto, o projeto “agrega suas micro-células à macro-escala da cidade”, e permite que seus usuários definam o uso do espaço, em particular através de um “sistema de circulação entrelaçado, que serve como um condensador social primário, incluindo uma sofisticada sucessão de praças públicas e jardins verticais”.


Cortesia de Architensions

Cortesia de Architensions

Em vez de criar limites, o centro “multiplica o espaço intersticial”, através de paredes transparentes e semitransparentes. Esta abertura faz com que o edifício pareça um dispositivo de proteção para a vida urbana, em vez de uma massa fisicamente imponente.


Cortesia de Architensions

Cortesia de Architensions

Similarmente, a vegetação e árvores locais enaltecem o projeto como extensão do ambiente local e a montanha que emerge ao longo da Parkes Street.


Cortesia de Architensions

Cortesia de Architensions

O edifício será organizado como uma microcidade com a densidade de vários níveis, intercalando residencial, de escritórios, jardins e outros programas aglomerados.


Cortesia de Architensions

Cortesia de Architensions

Saiba mais sobre o projeto aqui.

Neotícia via Architensions.

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Fornebuporten / Dark Arkitekter + Zinc interior architects


© Hufton+Crow

© Hufton+Crow


© Hufton+Crow


© Hufton+Crow


© Hufton+Crow


© Hufton+Crow


    © Hufton+Crow

    © Hufton+Crow

    Fornebuporten é um dos conjuntos de escritório e residências que, durante as últimas décadas, aparecem sobre o que foi antigamente o aeroporto de Oslo. O local, na entrada da península de Fornebu, é uma porta de entrada a este novo bairro emergente.


    © Hufton+Crow

    © Hufton+Crow

    Dois volumes confinam uma praça pública cujo elemento central é um átrio rebaixado. Aqui, uma variedade de programas de comércio está disponível não só para as 3000 pessoas que trabalham em Fornebuporten mas também para todos aqueles que passam pelo local e utilizarão diariamente a futura estação de metrô. A massa construída que rodeia o átrio conecta os dois edifícios em nível subterrâneo. Aqui é onde algumas funções comuns se encontram, como o estacionamento de carros e bicicletas, vestiários, cozinha e instalações técnicas.


    Planta

    Planta

    Os dois edifícios idênticos orientados em direção ao átrio central em lados opostos, são compostos por cinco volumes com a mesma largura mas com diferentes alturas apoiados em um embasamento de vidro. Isso gera a impressão de que estão flutuando sobre a praça devido ao contraste da leveza da base com a robustez dos volumes de escritório.


    © Hufton+Crow

    © Hufton+Crow

    Estes volumes estão em balanço para o exterior alternadamente para leste e oeste, otimizando, assim, a entrada de luz natural em seus interiores. Maximizar as áreas iluminadas permite aumentar a densidade do edifício. Cada pavimento prevê abrigar entre 250 e 300 espaços de trabalho permanentes.


    © Hufton+Crow

    © Hufton+Crow

    Desenhando referências visuais da indústria de alto mar, os vãos de 20 metros descansam sobre um núcleo central que se assemelha a uma plataforma petrolífera. Esta semelhança indica simbolicamente a ambição por trás do projeto:  Fornebuporten deve ser um imã para as empresas relacionadas ao petróleo e sua exploração no oceano.


    Corte

    Corte

    O térreo foi projetado para ser um espaço acolhedor e transparente, com uma parede contínua de piso a teto. Os volumes de escritório parecem flutuar sobre o pavimento público inferior e seus restaurantes, cafeterias e praças de alimentação. A parte inferior dos volumes “flutuantes” é um divertido revestimento xadrez, resultado da aplicação das fachadas dos edifícios por baixo dos vãos.


    © Hufton+Crow

    © Hufton+Crow

    Fornebuporten coloca-se de forma estratégica ao redor da futura estação de metrô. Isso estimula uma forma de deslocamento ecologicamente consciente, uma prioridade da esfera pública norueguesa e da sociedade em geral. Estar aberto ao público é também um aspecto fundamental do complexo.


    © Hufton+Crow

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    Uma grande parte do projeto está aberta ao espaço público: a praça povoada por esculturas, jardins e mobiliário urbano; os acolhedores cafés, padarias e restaurantes no térreo transparente, ou ainda os espaços de comércio e o ginásio ao redor do átrio central.


    © Hufton+Crow

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    © Hufton+Crow

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    Esta abertura rompe com uma definição tradicional do edifício de escritórios por meio da criação de uma sinergia entre a cidade e o conjunto. Contribuindo para o estabelecimento de Fornebu como um bairro da cidade, com novos espaços públicos e instalações, melhora-se a qualidade de vida dos habitantes e permite-se que as pessoas que trabalham diariamente em Fornebuporten integrem-se à cidade.


    © Hufton+Crow

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