Móvel de quinta – “Sofá Plissados Plissados”

Essa semana a Ana mostrou várias formas de usar o macramê na decoração, então achei uma boa ideia trazer um móvel com a mesma pegada dos nós. Particularmente tenho um contato direto com essa arte em casa, sei na teoria e já me arrisquei nos nozinhos. Pra quem não sabe o meu marido é artesão e faz macramê há muito tempo, pense num homem cheio de prendices. Além dessa ele é conhecedor de várias outras técnicas artesanais, e em algumas delas tenho que concordar que ele manda muito bem. Como boa exploradora, digo esposa, fiz biquinho e perguntei como dava pra fazer algo inspirado nesse sofá, e claro que ele respondeu prontamente e até me mostrou os paranauês de como fazer o ponto, mas acho meio lasqueira explicar sem mostrar o passo a passo. Então desculpa, Brasil!

Segundo o “Rei do Macramê” (vulgo meu marido), esse móvel é facilmente reproduzido com o ponto de 4 tentos em qualquer armação de ferro ou madeira. O que são 4 tentos não sei, mas pelo que entendi, é basicamente uma trança com 4 cordas, onde você pode usar quatro fios separados, ou ainda, dobrar dois fios e usar as extremidades de cada um como dois fios, resultando em um total de quatro (deu pra entender? Eu falei que é era um cocô de macaco explicar sem foto), desculpa de novo!

Ainda segundo o “Rei Pandinha” ops, quer dizer o  ”Todo Poderoso do Macramê”, pra fazer algum tipo de poltrona ou sofá com a técnica, é indispensável o uso de cordas flexíveis, espessas e resistentes. Pois como você vai trabalhar com muitos fios, você precisará de flexibilidade pra poder tecer com mais facilidade e resistência para garantir a durabilidade do seu móvel. Mas chega de conversa e vamos ao maroto sofázin:

móvel de quinta - sofá de macramê 4

Imagine um sofá super fofinho e confortável…  Imaginou? Agora abra os olhos e o veja materializado na sua frente. haha Este é o sofá  ’Plissado Plissado’ criado pelo Daniel Hedner do Imaginary Office, uma empresa fundada por 3 irmãos em 2008 com a ambição de agir como um playground para novas ideias e explorar de forma mais criativa o design, as formas, a arquitetura e diversos materiais. O intuito é unir design e materiais simples, ousando nas combinações e formas inesperadas para produzir móveis com um identidade única.

móvel de quinta - sofá de macramê 2móvel de quinta- sofá de macramê

Este sofá tem a armação de aço e o assento/encosto trançados com a técnica do macramê.  A estrutura dele foi feito a partir de tubos de aço, construída de modo simples e claro com uma certa dose de romantismo à peça. Não duvido que seja gostoso sentar nessa belezinha.

móvel de quinta - sofá de macramê 3

Com alusão ao tema da Alice no País das Maravilhas, foi feito 19 faixas nó a nó usando espuma de poliuretano revestido com tecido elástico na cor laranja.

móvel de quinta - sofá de macramê 1

Como falei lá no inicio, você pode usar esse tipo de assento em qualquer armação de aço ou madeira, é só ter paciência e se jogar nos nós. Achei incrível o emprego de técnicas antigas em combinação com o novos e moderno, e vocês o que acharam?

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Casa Valtocado / Mathias Klotz + Rafael De Lacour


© Roland Halbe

© Roland Halbe


© Roland Halbe


© Roland Halbe


© Roland Halbe


© Roland Halbe

  • Arquiteto Colaborador: Diego Labbé
  • Cálculo: Karma global invest

© Roland Halbe

© Roland Halbe

Do arquiteto. A Casa Valtocado é a primeira residência que me foi encomendada na Europa. Os clientes, um casal de advogados suíços, tinham há anos um terreno em Valtocado, um bairro residencial vizinho de Mijas na Costa del Sol.

Ruth e Bernard, residentes em Zurique e Mônaco, decidiram procurar um arquiteto para desenvolver esta residência com o objetivo de passar temporadas nela, escapando do frio inverno suíço.


© Roland Halbe

© Roland Halbe

Para isso, foram à biblioteca da cidade separadamente com a tarefa de que cada um trouxesse na volta uma lista de nomes com eventuais candidatos para desenvolver a proposta.


Maquete

Maquete

Para minha sorte, esta semana havia chegado uma publicação da revista japonesa GA Houses, que incluía vários de meus trabalhos e que estava em exibição.

Por conta desta coincidência, o que aconteceu no fim do dia foi que os dois tinham meu nome em suas listas de possíveis arquitetos.

Eles entraram em contato comigo e eu viajei à Espanha para conhecer o casal e o terreno.

A encomenda foi criar algo muito confortável, com apenas dois dormitórios, fácil de limpar e simples em sua manutenção.


Planta

Planta

A casa é muito simples, trata-se de um volume único que olha para a costa africana.


Croqui

Croqui

Uma abertura zenital ergue-se e percorre a fachada posterior, dando intimidade à varanda da cobertura.

Pela frente, uma varanda que incorpora a piscina, serve de mirante ao mar e à paisagem agrícola circundante.

A materialidade é concisa. Busca gerar um espaço tranquilo e limpo ao invés de quente.

Por tratar-se de uma obra na Espanha, solicitei a Javier García Solera que me recomendasse um arquiteto correspondente em Málaga que me desse uma mão para levar a proposta a diante.


Corte

Corte

Corte

Corte

Foi assim que conheci Rafael de Lacour, que me ajudou por anos nesta empresa. (Hoje mesmo, antes de escrever este texto, recebi um email de Rafael com a confirmação de que amanhã Roland Halbe, fotógrafo de todas estas obras, irá tirar as fotos. Comentou ainda que a licença de habitabilidade está pronta para ser emitida à prefeitura).


© Roland Halbe

© Roland Halbe

Isso não é pouco, considerando que o primeiro contato para realizar esta obra foi a nove anos atrás, e desde então me aconteceram muitas coisas, mas, por sorte, Ruth jamais perdeu o interesse e a esperança de que finalmente poderíamos levantar a obra.

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Terceira Bienal de Design de Istambul: "Somos humanos?"


The European Space Agency's vizualisation of space debris orbiting Earth. Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali

The European Space Agency’s vizualisation of space debris orbiting Earth. Image Cortesia de “Are We Human” / 3. Istanbul Tasarim Bienali

terceira Bienal de Design de Istambul, que será oficialmente inaugurada no dia 22 de outubro de 2016 e permanecerá aberta por quatro semanas, lança a questão: “Somos humanos?” Abrangendo uma vasta gama de ideias relacionadas ao Design de espécies, de intervalos de tempo de 2 segundos, 2 dias, 2 anos, 200 anos e 200.000 anos, a mostra internacional irá girar em torno de uma imediata provocação: o design em si precisa ser refeito. Isto será feito através da exploração da íntima relação entre o conceito de “design” e “humanidade”.

Cinco locais principais — a Escola Primária Grega Galata, o Studio-X Istambul e Depo em Karaköy, Alt in Bomonti e os museus arqueológicos de Istambul em Sultanahmet — receberão mais de 70 projetos feitos por designers, arquitetos, historiadores, arqueologistas e cientistas de treze países. Buscando “repensar” o design desde o começo da humanidade, a Bienal será organizada em quatro “nuvens” sobrepostas de projetos: Design do CorpoDesign do Planeta, Design da Vida e Design do Tempo.


Fritz Kahn: Man Machine (Edited, 2009). Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali


Neil Armstrong's first human footprint on the Moon (July 20th, 1969). Image © NASA (Courtesy "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali)


Marshmallow Laser Feast with Analog / Memex. Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali


Chinese public health poster depicting the body as a machine (1930). Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali


Curators: Mark Wigley and Beatriz Colomina. Image © Mahmut Ceylan

Curators: Mark Wigley and Beatriz Colomina. Image © Mahmut Ceylan

De acordo com Deniz Ova, diretora da Bienal de Design de Istambul, a Bienal irá “abraçar a cidade mais do que nunca. O que nos espera neste ano é uma Bienal que irá promover uma discussão mais intensa sobre seu rico conteúdo, voltado para um tema surpreendente”. Ela continua: “Acreditamos profundamente que eventos culturais têm o poder de unificar e curar: razão pela qual trabalhamos nesta Bienal com tanto entusiasmo, junto de nossos participantes e equipe. Com nossas exposições e eventos visamos criar uma espaço para que todos nossos visitantes respirem e pensem”.

Humanos foram sempre radicalmente remodelados pelo design que produzimos e o mundo do design está sempre a expandir. Vivemos numa época em que tudo é projetado, desde nossa aparência individual cuidadosamente produzida e identidades online, até as galáxias vizinhas de dispositivos pessoais, novos materiais, interfaces, redes, sistemas, infraestruturas, informação, química, organismos e códigos genéticos. Um dia comum envolve a experiência de milhares de camadas de design que alcançam o espaço exterior, mas também alcançam o amago de nossos corpos e mentes. 

Design se tornou o mundo e o que faz os humanos. É a base da vida social, desde os primeiros artefatos a expansão exponencial da capacidade humana. Mas design também coordena inequalidades e novas formas de negligência. Mais pessoas do que nunca na história são refugiadas à força pela guerra, ilegalidades, pobreza e mudanças climáticas ao mesmo tempo que o genoma humano e o clima estão sendo ativamente remodelados. Não podemos mais nos garantir com a ideia do “bom design”. O design precisa der refeito.


Marshmallow Laser Feast with Analog / Memex. Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Marshmallow Laser Feast with Analog / Memex. Image Cortesia de “Are We Human” / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Exposições da Terceira Bienal de Design de Istambul

Dos curadores. A variedade de projetos apresentados na seção Design do Corpo da Bienal explora todas as diferentes formas em que o corpo humano em si se faz um artefato que é constantemente reconstruído, de uma forma única a qual nossas mãos trabalham para a última busca na mente. Design do Planeta apresenta uma série de projetos que nos faz repensar no design do humano de vastos territórios e ecologias. Design da Vida procura novas formas de vida mecânica, eletrônica e biológica que são produzidas. Design do Tempo apresenta um novo tipo de arqueologia variando das primórdios do tempo das primeiríssimas ferramentas e ornamentações humanas na medida em que as mídias sociais permitem que os humanos refaçam a si próprios e suas ferramentas em menos de 2 segundos.

O programa acadêmico

A Bienal irá receber muitas exposições e projetos através do Programa Acadêmico, organizado em parceria com universidades da Turquia e do exterior. O Programa Acadêmico incluirá ideias e produtos criados por meio de workshops, concursos e projetos de diversas faculdades e departamentos de universidades e campi.


Physician Thomas Klotzkowski cleans Florian Steiner, a doctor for tropical medicine, in Berlin. Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Physician Thomas Klotzkowski cleans Florian Steiner, a doctor for tropical medicine, in Berlin. Image Cortesia de “Are We Human” / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Abrangendo a cidade com “distritos criativos” 

Os habitantes da cidade encontrarão design não apenas nos locais de eventos e exposições, mas também nos Distritos Criativos na Bienal. O projeto unirá os visitantes com inúmeros profissionais de pequenas fábricas e grandes marcas, estúdios de design e arquitetura em seus próprios ambientes de trabalho.

Distritos Criativos é um projeto em que designers e profissionais da área em Beyoğlu e arredores; os distritos Beşiktaş, Şişli, Eminönü, Kuruçeşme e Sarıyer terão a oportunidade de apresentar suas marcas em seus próprios bairros. Marcas orientadas ao design na cidade tomarão liderança em seus próprios bairros com projetos que serão colocados como parte do dia-a-dia. Por meio de trabalhos que serão apresentados dentro do escopo do projeto, a Bienal irá integrar o papel da cidade e criar um ambiente no qual o fenômeno do design seja visível. Vários eventos acontecerão nos fins de semana durante a Bienal como parte do programa dos Distritos Criativos.


Chinese public health poster depicting the body as a machine (1930). Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Chinese public health poster depicting the body as a machine (1930). Image Cortesia de “Are We Human” / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Rotas de design

Rotas de design incluirão diversos escritórios de design, lojas, ateliers, fábricas e edifícios arquitetônicos em diferentes pontos da cidade, oferecendo uma nova visão de Istambul. As rotas do design —explorando, por exemplo, as áreas de Nişantaşı, Karaköy ou Sultanahmet — darão aos participantes a oportunidade de observar e obter informações sobre várias disciplinas e etapas do design. 

Resultado do concuso público de vídeos

Beatriz Colomina e Mark Wigley convidaram designers industriais e gráficos, arquitetos, artistas, produtores de filme, associações e organizações não-governamentais de todo o mundo para enviarem vídeos de 2 minutos que abordassem o tema Nós somos humanos? proposto pela Bienal. Um júri internacional e interdisciplinar consistindo dos curadores Beatriz Colomina e Mark Wigley, o diretor do Festival de Filmes de Istambul Kerem Ayan, a diretora da vitrine de artes e arquitetura Eva Franch i Gilabert, a artista e produtora de filmes Amie Siegel e o curador Iván López Munuera avaliou mais de 200 vídeos de 68 cidades e 36 países e selecionou cinco vídeos a serem destacados na exposição da Bienal e no catálogo. Os outros 141 vídeos enviados, para cumprir com os requerimentos da concurso, serão apresentados numa sessão dedicada dentro da exposição e estará disponível online no site da Bienal.

Os vídeos selecionados para destaque na Bienal são:

  • Alper Raif İpek (Ankara, Turquia)
  • Dimitris Venizelos (Nova Iorque, EUA)
  • Görkem Özdemir (Istambul, Turquia)
  • Jonathan Hadari, Simona Katsman (Tel Aviv, Israel)
  • Merve Bedir, Alican İnal (Roterdã, Holanda / Istambul, Turquia)

Neil Armstrong's first human footprint on the Moon (July 20th, 1969). Image © NASA (Courtesy "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali)

Neil Armstrong’s first human footprint on the Moon (July 20th, 1969). Image © NASA (Courtesy “Are We Human” / 3. Istanbul Tasarim Bienali)

Bienal de Design de Istambul x e-flux: Superhumanidade

A Bienal irá inaugurar uma parceria especial com e-flux, uma plataforma editorial e arquivo para projetos artísticos e plataformas curatoriais. Superhumanidade é o primeiro projeto da e-flux Architecture, iniciadas por Nikolaus Hirsch e Anton Vidokle (e-flux) em parceria com curadores.

Superhumanidade irá introduzir contribuições de diferentes campos que respondem ao tema da Bienal ao explorar e desafiar a relação entre os conceitos “caráter” e “design”. Visa provar as implicações radicais da ideia de que somos e sempre fomos constantemente remodelados pelos artefatos que moldamos. Estas contribuições irão aparecer inicialmente online como uma série de expedições circuladas pela e-flux bem como uma instalação na exposição da Bienal e, subsequencialmente, como um livro. A lista de autores inclui mais de cinquenta escritores, cientistas, artistas, arquitetos, designers, filósofos, historiadores, arqueologistas e antropologistas. Contribuições serão publicadas dia sim, dia não, iniciando-se no meio de setembro. 

Cronologia do design da Turquia: dois séculos de design na Turquia em foco

Paralelo ao recorte teórica da Terceira Bienal de Design de Istambul, um inventário cronológico principal está sendo montado. É uma tentativa de unir campos como embalagem, design gráfico, comunicação e propaganda, habitação, mobiliário, paisagismo, edifícios industriais, entre outros que ainda não foram abordados sob a perspectiva do design, como iluminação, brinquedos, música, cerâmica, saúde ou organizações não-governamentais, dentro de um recorte iniciado com a reforma da era Ottoman Tanzimat (por volta de 1839) até os dias de hoje.

É um empenho em listar limites, indicar um ponto de partida na nossa história do design, nos sensos históricos, sociais, espaciais e urbanos, para que então uma plataforma possa ser conquistada para criar uma discussão frutífera na escrita sobre a escrita da história. Pautas estão sendo preparadas na coordenação de Pelin Derviş, em parceria de diversas pessoas que são especialistas na área. Dentro deste recorte, outro componente do projeto intitulado Arquivo do Efêmero busca se tornar uma fonte visual em objetos e espaços, por meio de uma coleção de fotos de famílias e fotografias encontradas. Este enorme grupo que se auto-nomeia Assembléia Curiosa procura proliferar o debate e alcançar outros que possivelmente possam fazer parte deste diálogo ao destacar uma seleção interconectada. Neste fim, parte do Studio-X Istambul se tornará um laboratório de pesquisa durante a bienal e tópicos destacados na cronologia será o foco de uma série de eventos e painéis. Os eventos serão organizados em torno de provocativos “departamentos curiosos” (mini exposições) preparadas pela Assembléia Curiosa. Além disso, em paralelo a este projeto, o Studio-X Istambul está estabelecendo uma biblioteca de pesquisa de design na Turquia, que servirá como open source para designers durante e depois da Bienal.


Fritz Kahn: Man Machine (Edited, 2009). Image Cortesia de "Are We Human" / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Fritz Kahn: Man Machine (Edited, 2009). Image Cortesia de “Are We Human” / 3. Istanbul Tasarim Bienali

Workshop de sustentabilidade no design fashion, com H&M 

Um workshop intitulado Sustentabilidade no design fashion incluído dentro do escopo da Bienal, sob o patrocínio da H&M, em parceria com o Consulado Geral da Suécia e do Instituto Sueco. Vinte jovens designers e estudantes de design têxtil e fashion compareceram ao workshop realizado por Hülya Sevindik Özyiğit, diretora comercial  da equipe de material global da H&M, designer sueca Johanna Törnqwist e Mehtap Elaidi, fashion designer e presidente da Associação de Moda da Turquia. Baseado nas possibilidades da moda ser sustentável e ecológica, o workshop encorajou os participantes a trabalharem apenas com materiais reciclados. Os designs dos participantes serão mostrados numa instalação curada por Demirden Design, No Hotel Adahan de Istambul Hotel de 12 de outubro a 20 de novembro de 2016.

As publicações da Terceira Bienal de Design de Istambul

As publicações da Terceira Bienal de Design de Istambul inclui um livro de reflexões sobre o tema da Bienal, escrito por Beatriz Colomina e Mark Wigley, intitulado Nós Somos Humanos?: Notas sobre a Arqueologia do Design. Também servirá como um guia para os visitantes, incluindo detalhes sobre as exposições e eventos associados e catálogos com textos dos próprios contribuintes de todos os projetos expostos, apresentações do concurso público, os projetos e apresentações das exposições Superhumanidade e Cronologia do Design da Turquia, experimentos gráficos e midiáticos feitos na Bienal.

Beatriz Colomina and Mark Wigley, Curators of the 2016 Istanbul Design Biennial, Discuss “The Design of the Species”

As exposições da Bienal foram projetadas por Andres Jacque e seu escritório de inovação política, sediado em Madrid. O design gráfico foi realizado por Pemra Ataç, Yetkin Başarır, Özge Güven, Okay Karadayılar, e Sarp Sözdinler. Evangelos Kotsioris é o curador assistente do projeto e as medidas de caráter online foram direcionadas por Iván López Munuera.

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