Residência NGM / [gh arquitectos]


© Fernando Schapochnik

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  • Arquitetos: [gh arquitectos]
  • Localização: Benavidez, Buenos Aires, Argentina
  • Autores: Christian Giani, María Jesús Huarte
  • Estruturas: Yañez Estarellas/Ing. Rafael Estarellas
  • Área: 289.52 m2
  • Ano Do Projeto: 2016
  • Fotografias: Fernando Schapochnik
  • Estruturas: Yañez Estarellas/Ing. Rafael Estarellas
  • Concreto E Alvenaria: Ferreira construcciones

© Fernando Schapochnik

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Esta residência foi projetada para um jovem casal que decidiu viver na periferia de Buenos Aires. O terreno escolhido localiza-se no bairro de San Benito Benavidez, o qual é acessado desde a rota Pan-americana ramal Escobar. 


© Fernando Schapochnik

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A proposta do projeto é trabalhar com uma residência de perímetro livre, utilizando os limites impostos pela normativa do bairro para os afastamentos frontais e laterais. 

A residência está composta por uma sequência de espaços com diferentes qualidades que são descobertas ao percorrê-la. A materialidade é contundente e sua relação com as paisagens gera climas diversos ao atravessá-la. Uma esplanada de acesso recebe o visitante e permite também o acesso com o carro, em seguida a parte semi-coberta conecta-se até a porta principal, desde onde se acessa a um hall de entrada e o surpreendente pátio com um lago, deixando entrever a sala de estar no fundo.


© Fernando Schapochnik

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A sobreposição dos dois volumes, um na parte inferior, maior e de uso cotidiano e outro reservado a intimidade, na planta superior, provocam espaços abertos, terraços e espaços semi-cobertos.


Planta

Planta

Corte / Fachada

Corte / Fachada

No térreo estão localizados o espaço de estar, o refeitório, a cozinha, banheiro e duas suítes. O exterior abriga a churrasqueira que se relaciona diretamente com o jardim e com a futura piscina. Na planta superior são distribuídos a suíte e um escritório. Ambos abrem-se a um terraço amplo com vista a lagoa do bairro, em um espaço que entendemos como lugar de encontro onde é possível ter uma experiência com a paisagem.


© Fernando Schapochnik

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A casa se apoia sobre uma plataforma de concreto armado de 25cm de espessura. Toda a estrutura é feita através de um sistema de paredes, vigas e lajes de concreto armado. O balanço da planta superior se resolve com uma estrutura mista de concreto armado com vigas invertidas na planta superior, colunas e tensores metálicos de perfis ‘c’. Para as fôrmas das paredes e vigas foram utilizadas tábuas aplainadas de 2,5 cm de espessura por 7,6 duplicando-as na espessura em determinados lugares para criar um ritmo vertical de baixos-relevos ao longo de todo o perímetro. Em certos extremos das paredes foram concretadas peças de aço galvanizado que contém iluminação de led, reforçando a orientação vertical do desenho. Nas fôrmas das lajes foram utilizadas chapas fenólicas multilaminadas de 18mm.


© Fernando Schapochnik

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O concreto é deixado de forma aparente no exterior enquanto a face interior é revestida com placas de gesso com isolamento térmico.

Do mesmo modo, as carpintarias de alumínio negro com DVH incentivam esta verticalidade com os fechamentos de carpintaria feitos com placas cimentícias autoclavadas. As varandas de ferro se destacam no mesmo sentido.


© Fernando Schapochnik

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As portas e móveis são de madeira de guatambú, conformando a terceira e última cor juntamente com o cinza do concreto e o negro das esquadrias. 


© Fernando Schapochnik

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O projeto prevê um sistema preparado para a captação de água pluvial de coberturas e terraços. Este sistema conta com artefatos para a captação ou infiltração de água, com elementos para transportá-la (encanamento) e um reservatório para armazenar a mesma de até 5m3.

O reservatório é utilizado para a reutilização em um sistema automatizado de irrigação por aspersão. 


© Fernando Schapochnik

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Por último, a residência busca transformar a paisagem através de uma presença forte desde a crueza de sua materialidade e sensível no descobrimento de seus espaços. 


© Fernando Schapochnik

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Quarto lugar no concurso nacional para a nova sede do CAU/BR + IAB/DF


Cortesia de Bruno Cabral Arquitetura, RGB Estudio e Jakyline Martins Arquitetura

Cortesia de Bruno Cabral Arquitetura, RGB Estudio e Jakyline Martins Arquitetura

Após a divulgação do resultado para o Concurso nacional para a nova sede do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) e o Instituto dos Arquitetos do Brasil – Departamento Distrito Federal (IAB-DF), apresentamos a proposta que obteve a quarta colocação. O projeto foi realizado pelos escritórios Bruno Cabral Arquitetura, RGB Estudio e Jakyline Martins Arquitetura.

Veja o projeto completo a seguir.

A Casa dos arquitetos

Já distante quase quatro décadas da realização do concurso para a Sede do IAB-DF nesse mesmo local, é agora proposto um novo certame para um novo objeto: o uso compartilhado do terreno pelas Sedes do IAB-DF e do CAU-BR. O Edital sinaliza para a essência da arquitetura desejada, pautada na relevância das duas entidades que “lidam com questões similares […] sob perspectivas diferentes”. Nesse contexto, a opção por uma única edificação funcional – a casa dos  arquitetos – parece ser uma das possibilidades, desde que “[…] reflita e preserve a identidade e independência de cada instituição” (Edital, p.33).


Cortesia de Bruno Cabral Arquitetura, RGB Estudio e Jakyline Martins Arquitetura

Cortesia de Bruno Cabral Arquitetura, RGB Estudio e Jakyline Martins Arquitetura

Esquema Estrutural 2

Esquema Estrutural 2

Com essa condição, garagem e edifício-sede foram pensados como construções distintas. Próximo a L2, o embasamento abriga dois níveis para veículos que se confundem com o terreno. Introspectivo, ao fundo, o edifício corporativo não permite leituras variadas: são cinco pavimentos, três acima da soleira, todos com planta bipartida entre o IAB-DF e o CAU-BR. No térreo, o hall evidencia a presença das duas instituições. Uma ponte metálica oferece o acesso e serve também como junta de dilatação.

A estrutura em concreto – bidirecional e modulada – estende-se para fora do edifício com vigas em balanço que, por sua vez, recebem as placas de concreto que envolvem a construção. Na garagem, esforços e cargas atípicas justificam sua separação dos espaços corporativos. Também com esse principio, o auditório e o plenário estão apoiados diretamente sobre o terreno evitando excessos na estrutura. O núcleo central faz parte da estrutura e contém escadas, elevadores, sanitários e prumadas de instalações.

A área construída atinge os 5.000m2 desejados e as garagens mais 1600m2. A ocupação máxima de 40% e a  permeabilidade mínima de 30% foram respeitadas, de acordo com a NGB. Os custos para cada instituição são semelhantes, sendo que a complexidade do Auditório é contrabalançada pela área do IAB-DF, inferior a do CAUBR
em 50m2.


Croquis

Croquis

Os acabamentos previstos são simples, duráveis e de baixa manutenção. Excetuando-se as áreas molhadas e circulações verticais, as divisões internas serão em gesso acartonado, as esquadrias em vidro temperado, pisos em cerâmica impermeável e iluminação de baixo consumo energético. Com essas características, pretende-se construir os 7.039m2 (5.000m2+ 1.600m2 de garagem+ 441m2 de cobertura) ao custo médio de R$ 1.960,00/m2 totalizando R$ 13,8 milhões ao final da obra.


Cortesia de Bruno Cabral Arquitetura, RGB Estudio e Jakyline Martins Arquitetura

Cortesia de Bruno Cabral Arquitetura, RGB Estudio e Jakyline Martins Arquitetura

O afastamento da L2 garante a perspectiva do edifício, uma lição de Lúcio Costa na Esplanada dos Ministérios. Essa distinção também pertence ao Seagram Building de Mies, “[…] recuado da calçada como nenhum outro edifício de sua época. Praça, pátio, jardim, passeio. Um vazio impensável. Um ponto de vista singular” (Marina de Holanda, 2012).


Cortesia de Bruno Cabral Arquitetura, RGB Estudio e Jakyline Martins Arquitetura

Cortesia de Bruno Cabral Arquitetura, RGB Estudio e Jakyline Martins Arquitetura

Externamente, um brise opaco em concreto, imune às ocorrências do lugar. Por dentro, os painéis de azulejos refazem os caminhos de Athos Bulcão na estética brasiliense.

  • Arquitetos: Bruno Cabral, Frederico Rabelo, Guilherme Andrade, Jakyline Martins Manoel Balbino e Rangel Brandão
  • Colaborador: Ian Silva
  • Ano Do Projeto: 2016
  • Fotografias: Cortesia de Bruno Cabral Arquitetura, RGB Estudio e Jakyline Martins Arquitetura

Veja também:

Divulgado o resultado do concurso nacional para a nova sede do CAU/BR + IAB/DF

Primeiro lugar no concurso nacional para a nova sede do CAU/BR + IAB/DF

Segundo lugar no concurso nacional para a nova sede do CAU/BR + IAB/DF

Terceiro lugar no concurso nacional para a nova sede do CAU/BR + IAB/DF

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Salão de Serviços Públicos de Tbilisi / Studio Fuksas


© Moreno Maggi

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  • Arquitetos: Studio Fuksas
  • Localização: Tbilisi, Georgia
  • Área: 42000.0 m²
  • Ano Do Projeto: 2012
  • Fotografias: Moreno Maggi
  • Engenharia: Studio Sarti
  • Construtora: Huachuan Georgia Company LTD

© Moreno Maggi

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Este projeto está situado na zona central da cidade e possui vistas para o rio Kura.


© Moreno Maggi

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O edifício é composto por sete volumes que possuem escritórios, cada volume é composto por quatro pavimentos. Estes volumes são colocados ao redor de uma “praça pública central”, que é o núcleo do projeto, onde encontram-se os serviços do escritório de atenção. Os escritórios estão conectados entre si por passarelas internas que se estendem em diferentes níveis.


© Moreno Maggi

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Corte

Corte

© Moreno Maggi

© Moreno Maggi

Os volumes e o espaço público central são elevados por cima de 11 grandes “pétalas” que são independentes do resto do edifício tanto de maneira formal como estrutural. Três dessas grandes pétalas cobrem o espaço central. As pétalas diferentes em geometria e dimensão, chegam a quase 35 metros e estão suportadas por uma estrutura de pilares de aço com forma de árvore, visíveis, assim como as pétalas, externa e internamente.


Planta 0

Planta 0

Planta 3

Planta 3

Planta 5

Planta 5

Entre as pétalas, que possuem diferentes níveis, estão as fachadas de vidro. A principal característica destas fachadas é que foram completamente liberadas da estrutura das pétalas, o que permite movimentos entre a fachada e a malha estrutural da cobertura. Esta decisão foi tomada para evitar que qualquer movimento da cobertura, devido principalmente às oscilações das cargas de neve, vento ou expansão térmica, possam danificar os vidros.


© Moreno Maggi

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O Salão de Serviços Públicos de Tbilisi incluem: o Banco Nacional da Geórgia, o Ministério de Energia e o Registro Civil e Nacional.


© Moreno Maggi

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